.quarta-feira, 15 de abril de 2009
Onde ando?
.
.
.Onde ando?
. Estou, ando e sou,
Neste Mundo
que não me pertence.
Ando e estou
Sempre andando,
E amando,
Parecendo ausente
No que não tenho,
mas sou.
Tu, mão amiga
que me fazes bem.
Tuas palavras
são bálsamo
Para quem pouco tem.
E gostaria
de para ti ser alguém,
Sem desdém,
Para manter minha serenidade,
Em momentos de saudade.
Sou um homem feliz,
Ainda que não pareça,
Nem apareça.
Mas, se estou,
por vezes pouco te diz.
A lonjura,
Essa está na tua ternura!
Ainda que por ventura
Eu não mereça,
Ninguém me faz mal!
E por fim
Eu sou assim,
Tal e qual.
.AMiguel
15/04/09.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
ABRAÇO
.

Com a paixão que me vai no coração
ou na alma
que por ti suspira,
restam-me os meus beijos infindáveis
que mergulham no teu corpo,
a horas,
e a deshoras.
sem controle,
sem norte
e a desnorte
nem mais uma palavra.
apenas minhas mãos
que no teu corpo lavram
e não se levantam,
mas cantam,
uma poesia de amor,
nos nossos corpos suados,
amados.
duma paixão,
que fermenta,
e aumenta,
dia a dia.
mais sequiosa,
do nosso amor,
ardente.
no encontro e reencontro,
de repetições infindáveis.
em horas,
em dias,
em noites
que repetimos.
que amamos.
e que não acabamos.
mas repetimos
e repetimos,
sem cansaço.
quedando-nos,
por fim,
num abraço,
sem fim.
quase eterno,
porque terno,
e nosso.
Amiguel-01.04.2009
.
terça-feira, 31 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
MULHER, quem és tu?
.

Quem és tu?
De onde vens e para onde vais?
Tu, que deste ser aos meus pais.
E a mim, que nasci nu?
Quem és tu, ser sublime,
Que tens quem não te estime?
Tu, ser divino,
De força estóica,
Que sobrevives tantas vezes, és heróica
Ao amor que não tens.
São tantas as mães.
Aos sacrifícios que padeces,
E não mereces.
Do amor que te recusam,
Os que de ti abusam.
Que ergues a cabeça no momento da recusa,
Tu que da humanidade és a musa.
Quem és tu, que de Mulher te chamam,
E reclamam,
Mas não te amam.
Te ignoram,
Te imploram,
Te mal tratam,
E te suplicam.
Quem és tu Mulher?
Que amas a toda a hora
Mesmo quando a gratidão demora. ´
És complemento e suplemento,
Um ser sem lamento.
És amor,
E dão-te desamor.
Nas horas do desalento,
Não tens um lamento.
És sempre o nosso fermento.
És a força e razão da nossa existência.
No amor,
E no desamor,
Em qualquer presença,
Jamais és a indiferença.
Ah, mulher!
Sei quem tu és,
Analisei-te da cabeça aos pés!
És mãe,
Mesmo dos que a não têm.
És irmã,
Amas sem dor,
E com amor.
És força
És amante,
Capaz de um amor constante,´
Ah!Então és mesmo Mulher,
Mesmo para quem não te quer!
És Vida.
És a Vida!
Dia da Mulher
8-03-2009
Amiguel
De onde vens e para onde vais?
Tu, que deste ser aos meus pais.
E a mim, que nasci nu?
Quem és tu, ser sublime,
Que tens quem não te estime?
Tu, ser divino,
De força estóica,
Que sobrevives tantas vezes, és heróica
Ao amor que não tens.
São tantas as mães.
Aos sacrifícios que padeces,
E não mereces.
Do amor que te recusam,
Os que de ti abusam.
Que ergues a cabeça no momento da recusa,
Tu que da humanidade és a musa.
Quem és tu, que de Mulher te chamam,
E reclamam,
Mas não te amam.
Te ignoram,
Te imploram,
Te mal tratam,
E te suplicam.
Quem és tu Mulher?
Que amas a toda a hora
Mesmo quando a gratidão demora. ´
És complemento e suplemento,
Um ser sem lamento.
És amor,
E dão-te desamor.
Nas horas do desalento,
Não tens um lamento.
És sempre o nosso fermento.
És a força e razão da nossa existência.
No amor,
E no desamor,
Em qualquer presença,
Jamais és a indiferença.
Ah, mulher!
Sei quem tu és,
Analisei-te da cabeça aos pés!
És mãe,
Mesmo dos que a não têm.
És irmã,
Amas sem dor,
E com amor.
És força
És amante,
Capaz de um amor constante,´
Ah!Então és mesmo Mulher,
Mesmo para quem não te quer!
És Vida.
És a Vida!
Dia da Mulher
8-03-2009
Amiguel
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
A VIDA
.
Rodopiando, rodopiando
E o tempo vai passando!
Não somos donos do tempo
não!
Por vezes sendo nosso tormento
Não é mais que um lamento,
Essa dor do coração.
Ora pára,
Ora repara,
Ora confunde,
Ora se difunde.
Neste Mundo díspar,
Só dá para amar.
Não deixes o coração parar!
Como a folha,
Vôa.
Mesmo que o coação te dôa.
Não chores,
Nem implores.
Ri!
Porque esta vida é para ti.
É a Vida!
Sorri !!
Porque o sorriso almejado,
O desejado,
Tê-lo-ás um dia alcançado.
Nestes tempos de desordem não te amofines,
Mesmo que não atines.
Uma certeza podes ter,
A Vida é um livro para ler
E não sofrer
A Vida é para amar
E não parar!
E o tempo vai passando!
Não somos donos do tempo
não!
Por vezes sendo nosso tormento
Não é mais que um lamento,
Essa dor do coração.
Ora pára,
Ora repara,
Ora confunde,
Ora se difunde.
Neste Mundo díspar,
Só dá para amar.
Não deixes o coração parar!
Como a folha,
Vôa.
Mesmo que o coação te dôa.
Não chores,
Nem implores.
Ri!
Porque esta vida é para ti.
É a Vida!
Sorri !!
Porque o sorriso almejado,
O desejado,
Tê-lo-ás um dia alcançado.
Nestes tempos de desordem não te amofines,
Mesmo que não atines.
Uma certeza podes ter,
A Vida é um livro para ler
E não sofrer
A Vida é para amar
E não parar!
amiguel25/02/2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Percurso
.
Soubera eu assim,
Que te lembravas de mim!
Assim!
Deixaria o Mundo rodar,
E voava para te amar…
E sonhar.
Não quis que fora adivinho.
Mas mantenho o carinho,
Capaz de voar,
E amar.
Amar?
Não, só apenas sonhar.
Com a força do pensamento que nos conduz.
Nesta vida de procura.
Que descura,
E nos reduz,
À dimensão da luz.
Dum ponto infinito da vida,
Que somos.
No poder do divino,
Que é o nosso caminho.
Mas mantêm-nos o alento,
Que por vezes,
E com revezes,
Sendo o nosso tormento,
É a razão da nossa existência.
Mesmo quando sonhamos,
E mergulhamos.
Nas ondas alterosas,
De vidas sem rosas.
Que deixaram seus espinhos
Para nos dilacerarmos nos caminhos
Que percorremos
Dia após dia
Que sofremos
Para que amemos.
amiguel12/02/09
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
AO MAR
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Rotas que não rôtas,
Marinheiros e suas garotas.
Elas as gaivotas,
Filhas do mar,
Força da Natureza.
Tal como o Amor,
É para amar.
Sua beleza,
Seu poder,
Sua grandeza.
Sua vida,
Nossa vida.
Vida do Universo,
Vida.
Que em qualquer momento,
Faz do verso
Um hino de louvor.
É o amor!
É vida,
E o reverso!
Da mesma medalha
Que nos malha.
Com a espuma,
A gente se arruma.
E a bruma essa,
Envolve-nos, sem pressa!
Assim como o amor
Provoca-nos o torpor,
Do pensamento,
E do lamento.
Mas mantêm-nos o alento.
Que por vezes,
E com revezes,
Sendo a nossa tormenta,
É a razão da nossa existência.
Mesmo quando sonhamos,
E lutamos!
amiguel-10/02/2009
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