sábado, 3 de abril de 2010

CARTA DO PAI SENHOR DO UNIVERSO


As palavras que vai ler são verdade. Elas mudarão a sua vida se você deixar. Pois vêm do coração de Deus. Ele ama-o. Ele é o Pai que tem procurado durante toda a sua vida. Esta é a Sua carta de amor para si . Meu Filho,

Tu podes não me conhecer, porém eu sei tudo sobre ti (Salmo 139:1)
Eu sei quando te assentas e quando te levantas (Salmo 139.2)
Eu conheço todos os teus caminhos (Salmo 139.3)
Até os cabelos da tua cabeça estão todos contados (Mateus 10.29-31)
Pois tu foste feito à minha imagem (Génesis 1.27)
Em mim tu vives e te moves, e tens existência (Actos 17.28)
Pois tu és a minha descendência (Actos 17.28)
Eu já te conhecia mesmo antes de seres concebido (Jeremias 1.4-5)
Eu te escolhi quando ainda planeava a criação (Efésios 1.11-12)
Tu não és um erro (Salmo 139.15)
Pois todos os teus dias foram escritos no meu livro (Salmos 139.16)
Eu determinei a hora exacta do teu nascimento e onde deverias viver (Actos 17.26)
Tu foste feito de forma admirável e maravilhosa (Salmo 139.14)
Eu te formei no ventre de tua mãe (Salmo 139.13)
E te trouxe à luz no dia em que nasceste (Salmo 71.6)
Eu tenho sido mal interpretado por aqueles que não me conhecem (João 8.41-44)
Eu não estou distante nem zangado, mas sou a completa expressão de amor (I João 4.16)
E é meu desejo derramar meu amor sobre ti (I João 3.1)
Simplesmente porque tu és meu filho, e eu sou o teu Pai (I João 3.1)
Eu te ofereço mais do que o teu pai terrestre jamais poderia oferecer (Mateus 7.11)
Pois eu sou o Pai Perfeito (Mateus 5.48)
Cada boa dádiva que recebes vem da minha mão (Tiago 1.17)
Pois eu sou o teu provedor e cuido de todas as tuas necessidades (Mateus 6.31-33)
O meu plano para o teu futuro sempre foi cheio de esperança (Jeremias29.11)
Porque eu te amo com um amor eterno (Jeremias 31.3)
Os meus pensamentos para contigo são incontáveis, como a areia da praia (Salmo 139.17-18)
E eu me regozijo em ti com cânticos (Sofonias 3.17)
Eu nunca deixarei de te fazer o bem (Jeremias 32.40)
Pois tu és o meu tesouro precioso (Êxodo 19.5)
Eu desejo te estabelecer com todo meu coração e toda minha alma (Jeremias 32.41-42)
Posso revelar-te coisas grandes e maravilhosas (Jeremias 33.3)
Se me buscares de todo o teu coração, me encontrarás (Deuteronómio 4.29)
Deleita-te em mim e eu te darei os desejos do teu coração (Salmo 37.4)
Pois sou eu quem colocou em ti esse desejo de me agradar (Filipenses 2.13)
Eu sou capaz de fazer mais por ti do que jamais poderias imaginar (Efésios 3.20)
Pois eu sou a tua maior fonte de encorajamento (II Tessalonicenses 2.16-17)
Eu sou também o Pai que te consola em todas as tuas aflições (II Coríntios 1.3-5)
Quando estás quebrantado, eu estou próximo de ti (Salmo 34.18)
Como um pastor que leva um cordeiro, eu te tenho carregado junto ao meu coração (Isaías 40.11)
Um dia eu limparei toda a lágrima dos teus olhos (Apocalipse 21.3-4)
E tirarei toda a dor que tens sofrido nesta terra (Apocalipse 21.4)
Eu sou o teu Pai e te amo, tal como amo o meu filho Jesus (João 17.23)
Pois em Jesus foi revelado o meu amor por ti (João 17.26)
Ele é a representação exacta do meu ser (Hebreus 1.3)
Ele veio para demonstrar que eu sou por ti e não contra ti (Romanos 8.31)
E para dizer que eu não estou a levar em conta os teus pecados (II Coríntios 5.18-19)
Jesus morreu para que tu e Eu pudéssemos ser reconciliados (II Coríntios 5.18-19)
A sua morte foi a expressão suprema do meu amor por ti (I João 4.10)
Eu entreguei tudo o que amava para poder ganhar o teu amor (Romanos 8.32)
Se receberes a dádiva do meu filho Jesus, recebes-me a mim (I João 2.23)
E nada jamais poderá te separar do meu amor (Romanos 8.38-39)
Vem para casa e haverá grande alegria no céu! (Lucas 15.7)
Eu sempre fui Pai, e sempre serei Pai (Efésios 3.14-15)
A minha pergunta é: Queres ser meu filho(João 1.12-13)
Estou à tua espera (Lucas 15.11-32)

Com amor, do teu Pai

Deus Todo-Poderoso

segunda-feira, 8 de março de 2010

MULHER, hoje e sempre para ti



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Quem és tu?
De onde vens e para onde vais?
Tu, que deste ser aos meus pais.
E a mim, que nasci nu?
Quem és tu, ser sublime,
Que tens quem não te estime?
Tu, ser divino,
De força estóica,
Que sobrevives tantas vezes, és heróica
Ao amor que não tens.
São tantas as mães.
Aos sacrifícios que padeces,
E não mereces.
Do amor que te recusam,
Os que de ti abusam.
Que ergues a cabeça no momento da recusa,
Tu que da humanidade és a musa.
Quem és tu, que de Mulher te chamam,
E reclamam,
Mas não te amam.
Te ignoram,
Te imploram,
Te mal tratam,
E te suplicam.
Quem és tu Mulher?
Que amas a toda a hora
Mesmo quando a gratidão demora. ´
És complemento e suplemento,
Um ser sem lamento.
És amor,
E dão-te desamor.
Nas horas do desalento,
Não tens um lamento.
És sempre o nosso fermento.
És a força e razão da nossa existência.
No amor,
E no desamor,
Em qualquer presença,
Jamais és a indiferença.
Ah, mulher!
Sei quem tu és,
Analisei-te da cabeça aos pés!
És mãe,
Mesmo dos que a não têm.
És irmã,
Amas sem dor,
E com amor.
És força
És amante,
Capaz de um amor constante,´
Ah!Então és mesmo Mulher,
Mesmo para quem não te quer!
És Vida.
És a Vida!


Dia da Mulher
8-03-2009
Amiguel

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A RADIESTESIA É UMA CIÊNCIA


"A radiestesia é o melhor veículo para desenvolver, de forma orientada, a percepção humana na análise de todas as radiações que interferem de alguma forma os seres vivos, distinguí-las e classificá-las.

É uma ciência, pode-se dizer assim, da percepção extra-sensorial, além da percepção dos cinco sentidos.

O cérebro humano é capaz de distinguir, à distância ou in sito, energias microvibratórias, não existindo, na maioria das vezes, aparelhos físicos capazes de captá-las.

Para a percepção de energias o radiestesista usa instrumentos como o pêndulo, aurameter, dualrod, pêndulo equatorial unidade de Jean De La Foye, pêndulo universal e de Cone Virtual de Chaumery e Bélizal, entre outros mais especializados, alem de gráficos indicadores, como o Biômetro de Bovis, e reequilibradores energéticos.

Entendendo que a radiestesia é simplesmente um amplificador da própria percepção dos seres humanos, deve-se utilizá-la nos campos de conhecimento que cada um tem, pois apesar de usar uma percepção extra-sensorial, ainda necessita de sua lógica e toda razão possível, na análise das informações obtidas na pesquisa radiestésica.

Um dos aspectos mais importantes no estudo da Radiestesia é a metodologia da medição.

Observa-se, com os fenômenos radiestésicos, que a resposta auferida de uma determinada análise é sempre baseada em padrões de comparação.
Qualquer desvio ocorrido em uma comparação estipulada de qualquer coisa existente no Universo é provocado por uma alteração na configuração dos limites e das energias. Qualquer desvio lesivo é devido ao deslocamento de um limite, e um limite deslocado converte-se em barreira.

A faculdade radiestésica é tida como apta a detectar limites e/ou barreiras, e pode ser usada para medir a diferença entre um e outro, sendo que isto aplicado nos seres vivos representa o grau de desvio em relação à saúde ou à normalidade.

Há que se deixar claro ainda, que as comparações devem se cruzar com diferentes aspectos de medição, em diferentes estados, ( visando a integralidade do ser ) dos mais variados possíveis : variação de tempo, de local, da matéria, das energias, das interações bio-físicas, dos corpos sutis, do ambiente, do aspecto psicológico, etc. E, no entanto, uma vez que a análise aborda diferentes aspectos do ser, deve encontrar um caminho lógico que os une, podendo ser repetido diversas vezes, obtendo o mesmo resultado. Fazer experimentos com este nível de sutileza requer do experimentador muita dedicação, disciplina e método.
Os resultados, puros e simples, obtidos através de uma análise radiestésica, desacompanhados de uma fundamentação sólida de como estes fenômenos ocorrem não nos parece correto; só será convincente se houver uma lógica racional.
A fundamentação necessária para a constatação de uma metodologia dita científica na área radiestésica, esbarrava sempre na qualidade diferenciada de método e do operador , que hoje foi suplantada com a experiência dos resultados de diferentes operadores, em condições controladas, usando o mesmo método e os mesmos recursos.

Os terapeutas que outrora receavam usar pêndulos na frente de pacientes e clientes, evidenciando um constrangimento ideológico, hoje já contam com uma base de informações científicas adotadas em todo o mundo, que desvenda uma técnica cada vez mais útil, frente a diversidade de agressões que os seres humanos enfrentam.

As terapias vibracionais , como a terapia floral, se utilizam da radiestesia como método de avaliação e indicação das essências, com ótimos resultados; aumentando os recursos de percepção e possibilitando adotar uma metodologia no processo intuitivo.

"

domingo, 14 de fevereiro de 2010

CORPO CAUSAL



O 5º Corpo ou chamado de CORPO CAUSAL, é o corpo da vontade consciente, que corresponde ao plano causal, ou 6ª dimensão; este corpo nós teremos que cria-lo, com a mesma matéria prima, que fomos gerados neste corpo físico, chamamos este trabalho, de alquimia, ou transmutação das energias criadoras, vale lembrar que todos os corpos anteriores que nós falamos, obviamente foram criados por essa mesma energia, na fecundação do Óvulo pelo Sêmen; porém teremos que transforma-los agora, transmutando o Sêmen, para nascer para dentro, é este o procedimento correto, o nascer de novo para os mundos internos, assim como diz as escrituras, Nascimento da Água e do Espírito.

VER IN:
http://consciencia.ignea.googlepages.com/asupera%C3%A7%C3%A3ointerior

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O NOVO PATAMAR DA MUNDIALIZAÇÃO : A NOOSFERA




A atual crise econômica está colocando a humanidade diante de uma terrível bifurcação: ou segue o G-20 que teima em revitalizar um moribundo - o modelo vigente do capitalismo globalizado - que provocou a atual crise mundial e que, a continuar, poderá levar a uma tragédia ecológica e humanitária ou então tenta um novo paradigma que coloca a Terra, a vida e a Humanidade no centro e a economia a seu serviço e então fará nascer um novo patamar de civilização que garantirá mais equidade e humanidade em todas as relações a começar pelas produtivas.
A sensação que temos, é que estamos seguindo um vôo cego e tudo poderá acontecer.
De um ponto de vista reflexivo, duas interpretações básicas da crise se apresentam: ou se trata de estertores de um moribundo ou de dores de parto de um novo ser.
Alinho-me na segunda alternativa, a do parto. Recuso-me a aceitar que depois de alguns milhões de anos de evolução sobre este planeta, sejamos expulsos dele nas próximas gerações. Se olharmos para trás, para o processo antropogênico, constamos indubitavelmente que temos caminhado na direção de formas mais altas de complexidade e de ordens cada vez mais interdependentes. O cenário não seria de morte mas de crise que nos fará sofrer muito mas que nos purificará para um novo ensaio civilizatório.
Não se pode negar que a globalização, mesmo em sua atual idade de ferro, criou as condições materiais para todo o tipo de relações entre os povos. Surgiu de fato uma consciência planetária. É como se o cérebro começasse a crescer fora da caixa craniana e pelas novas tecnologias penetrasse mais profundamente nos mistérios da natureza.
O ser humano está hominizando toda a realidade planetária. Se a Amazônia permanece em pé ou é derrubada, se as espécies continuam ou são dizimadas, se os solos e o ar são mantidos puros ou poluídos depende de decisões humanas. Terra e Humanidade estão formando uma única entidade global. O sistema nervoso central é constituído pelos cérebros humanos cada vez mais em sinapse e tomados pelo sentimento de pertença e de responsabilidade coletiva. Buscamos centros multidimensionais de observação, de análise, de pensamento e de governança.
Outrora, a partir da geosfera surgiu a litosfera (rochas), depois a hidrosfera (água), em seguida a atmosfera (ar), posteriormente a biosfera (vida) e por fim a antroposfera (ser humano). Agora a história madurou para uma etapa mais avançada do processo evolucionário, a da noosfera. Noosfera como a palavra diz (nous em grego significa mente e inteligência) expressa a convergência de mentes e corações, originando uma unidade mais alta e mais complexa. É o começo de uma nova história, a história da Terra unida com a Humanidade (expressão consciente e inteligente da Terra).
A história avança através de tentativas, acertos e erros. Nos dias atuais estamos assistindo à fase nascente da noosfera, que não consegue ainda ganhar a hegemonia por causa da força de um tipo de globalização excludente e pouco cooperativa, agora vastamente fragilizada por causa da crise sistêmica.
Mas estamos convencidos de que para a esta nova etapa - a da noosfera – conspiram as forças do universo que estão sempre produzindo novas emergências. É em função desta convergência na diversidade que está marchando nossa galáxia e, quem sabe, o próprio universo. No planeta Terra, minúsculo ponto azul-branco, perdido numa galáxia irrisória, num sistema solar marginal (a 27 mil anos luz do centro da galáxia), cristalizou-se para nós a noosfera. Ela é ainda frágil mas carrega o novo sentido da evolução. E não se exclui a possibilidade de outros mundos paralelos.
A atual crise torna necessária uma saída salvadora e esta é noosfera. Então vigorará a comunhão de mentes e corações, dos seres humanos entre si, com a Terra, com o inteiro universo e com o Atrator de todas as coisas.


Leonardo Boff é autor de A nova era: a civilização planetaria

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

OU MUDAMOS OU MORREMOS



Hoje vivemos uma crise dos fundamentos de nossa convivência pessoal, nacional e mundial. Se olharmos a Terra como um todo, percebemos que quase nada funciona a contento. A Terra está doente e muito doente. E como somos, enquanto humanos também Terra (homem vem de humus=terra fértil), nos sentimos todos, de certa forma, doentes. A percepção que temos é de que não podemos continuar nesse caminho, pois nos levará a um abismo. Fomos tão insensatos nas últimas gerações que construimos o princípio de auto-destruição. Não é fantasia holywoodiana. Temos condições de destruir várias vezes a biosfera e impossibilitar o projeto planetário humano. Desta vez não haverá uma arca de Noé que salve a alguns e deixa perecer os demais. O destino da Terra e da humanidade coincidem: ou nos salvamos juntos ou sucumbimos juntos.
Agora viramos todos filósofos, pois, nos perguntamos entre estarrecidos e perplexos: como chegamos a isso?
Como vamos sair desse impasse global? Que colaboração posso dar como pessoa individual?
Em primeiro lugar, há de se entender o eixo estruturador de nossas sociedades hoje mundializadas, principal responsável por esse curso perigoso. É o tipo de economia que inventamos. A economia é fundamental, pois, ela é responsável pela produção e reprodução de nossa vida. O tipo de economia vigente se monta sobre a troca competitiva. Tudo na sociedade e na economia se concentra na troca. A troca aqui é qualificada, é competitiva. Só o mais forte triunfa. Os outros ou se agregam como sócios subalternos ou desaparecem. O resultado desta lógica da competição de todos com todos é duplo: de um lado uma acumulação fantástica de benefícios em poucos grupos e de outro, uma exclusão fantástica da maioria das pessoas, dos grupos e das nações.
Atualmente, o grande crime da humanidade é o da exclusão social. Por todas as partes reina fome crônica, aumento das doenças antes erradicadas, depredação dos recursos limitados da natureza e um ambiente geral de violência, de opressão e de guerra.
Mas reconheçamos: por séculos essa troca competitiva abrigava a todos, bem ou mal, sob seu teto. Sua lógica agilizou todas as forças produtivas e criou mil facilidades para a existência humana. Mas hoje, as virtualidades deste tipo de economia estão se esgotando. A grande maioria dos países e das pessoas não cabem mais sob seu teto. São excluidos ou sócios menores e subalternos, como é o caso do Brasil. Agora esse tipo de economia da troca competitiva se mostra altamente destrutiva, onde quer que ela penetre e se imponha. Ela nos pode levar ao destino dos dinossauros.
Ou mudamos ou morremos, essa é a alternativa. Onde buscar o princípio articulador de uma outra sociabilidade, de um novo sonho para frente? Em momentos de crise total precisamos consultar a fonte originária de tudo, a natureza. Que ela nos ensina? Ela nos ensina, foi o que a ciência já há um século identificou, que a lei básica do universo, não é a competição que divide e exclui, mas a cooperação que soma e inclui. Todas as energias, todos os elementos, todos os seres vivos, desde as bactérias e virus até os seres mais complexos, somos inter-retro-relacionados e, por isso, interdependentes. Uma teia de conexões nos envolve por todos os lados, fazendo-nos seres cooperativos e solidários. Quer queiramos ou não, pois essa é a lei do universo. Por causa desta teia chegamos até aqui e poderemos ter futuro.
Aqui se encontra a saida para umo novo sonho civilizatório e para um futuro para as nossas sociedades: fazermos desta lei da natureza, conscientemente, um projeto pessoal e coletivo, sermos seres cooperativos. Ao invés de troca competitiva onde só um ganha devemos fortalecer a troca complementar e cooperativa, onde todos ganham. Importa assumir, com absoluta seriedade, o princípio do prêmio de economia John Nesh, cuja mente brilhante foi celebrada por um não menos brilhante filme: o princípio ganha-ganha, onde todos saem beneficiados sem haver perdedores.
Para conviver humanamente inventamos a economia, a política, a cultura, a ética e a religião. Mas nos últimos séculos o fizemos sob a inspiração da competição que gera o individualismo. Esse tempo acabou. Agora temos que inaugurar a inspiração da cooperação que gera a comunidade e a participação de todos em tudo o que interessa a todos.
Tais teses e pensamentos se encontram detalhados nesse brilhante livro de Maurício Abdalla, O princípio da cooperação. Em busca de uma nova racionalidade.
Se não fizermos essa conversão, preparemo-nos para o pior. Urge começar com as revoluções moleculares. Começemos por nós mesmos, sendo seres cooperativos, solidários, com-passivos, simplesmente humanos. Com isso definimos a direção certa. Nela há esperança e vida para nós e para a Terra.

Leonardo Boff